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MIT CUP NO AUTÓDROMO VELO CITTÀ

Rali de velocidade mais tradicional do Brasil traz novidades que empolgam duplas e o público presente em Mogi Guaçu (SP)

A 18ª. temporada da Mitsubishi Cup começou com tudo. Além de duas provas de rali cross-country de velocidade, em um trajeto de 32km em meio à cana-de-açúcar cheio de desafios, as duplas encararam uma disputa emocionante de rallycross no Autódromo Velo Città - a modalidade, inédita, mescla asfalto e terra em pegas com carros lado a lado.

"O dia todo foi diferente. As voltas estão mais cross-country, priorizando bastante a navegação. E a cereja do bolo foi o rallycross, um misto de autódromo com grama e terra. Foi fantástico, adorei! Só engrandece ainda mais a Mit Cup", ressalta o navegador Edgar Fabre.

A temporada 2017 marca a estreia de Carlos Eduardo Sachs como diretor de prova. Em seu currículo, 17 anos na organização do Rally dos Sertões, maior competição off-road do Brasil, e também do tradicional Rally dos Amigos, além de participações como navegador no Rally Dakar, no Campeonato Brasileiro e na própria Mitsubishi Cup. "É uma satisfação ser diretor técnico do melhor campeonato do Brasil", fala.

CAMPEÕES DA ETAPA

Na categoria L200 Triton ER Master, Thiago Rizzo e Leonardo Magalhães venceram. "A prova mudou bastante, tivemos que confiar na navegação e acelerar mais. Teve muito buraco e lombas... O nível técnico subiu muito esse ano", fala Rizzo.

Já na L200 Triton ER, Alessandro Cesar Tozoni e Gilze Araújo levaram a melhor. "Na primeira especial voltamos às origens do rali: uma pista trabalhosa, piso não tão limpo, mais cross-country mesmo. E ainda brincamos um pouco no rallycross: a adrenalina vai a mil", fala Alessandro. "A gente se divertiu muito, mesmo errando na primeira prova. Mudamos a estratégia e fizemos o que sabemos fazer", explica Gilze.

Na nova categoria L200 Triton Sport RS, novidade do ano no grid, Rodrigo Meinberg e Luis Felipe Eckel foram os melhores. "Foi uma prova bem gostosa, exigiu muito de navegação e bastante da pilotagem, com tocada mais estratégica", conta Rodrigo. "Tem um terço de contribuição de cada um: do piloto, do navegador, e da equipe."

A bordo do ASX RS, Vitor José Muench e Jorge Adriano Peters aceleraram fundo e garantiram a vitória. Em 2016, a dupla foi vice-campeã na categoria TR4 ER e este ano estrearam no veículo novo. "O carro é totalmente diferente, forte e rápido, tem que aprender. E a gente se dedica: treina, vai pra pista, faz academia, cuida da alimentação. É um preparo todo", conta Vitor.

á na Pajero TR4 ER, Marcos Chueda e Luiz Afonso Poli foram os vencedores das três provas do dia e fecharam a etapa com chave de ouro. "Teve a surpresa do rallycross, uma experiência totalmente diferente. Trabalhamos há um tempo e hoje chegamos ao objetivo", completa. "Precisamos nos adaptar ao novo estilo de navegação, aperfeiçoar o entrosamento, mas acertamos. Show!", comemora Poli.